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Homem de 19 anos matou mulher e deixou ao menos outras cinco pessoas feridas em ataque no centro da capital britânica na noite de quarta-feira

Policiais especializados em terrorismo também fazem parte das equipes de investigação que analisam o caso
BBC/Reprodução
Policiais especializados em terrorismo também fazem parte das equipes de investigação que analisam o caso

A Scotland Yard (polícia metropolitana de Londres) afirmou na manhã desta quinta-feira (4) que vai investigar a saúde mental do homem que foi preso após realizar um ataque no centro da cidade. Na noite dessa quarta-feira, o jovem de 19 anos matou uma mulher e deixou outras cinco pessoas  feridas em ataque feito com uma faca. Porém, policiais especializados em terrorismo também fazem parte da investigação.

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A corporação diz, no entanto, que não descarta outros motivos para o ataque que não tenham relação com a sanidade do jovem, incluindo a possibilidade de ato de terrorismo , diz o porta-voz da polícia, Mark Rowley. "Indicadores iniciais sugerem que a saúde mental foi um fator nesse ataque horrível. No entanto, nós ainda estamos abertos sobre a motivação", finalizou.

O ataque ocorreu na região de Russell Square, centro de Londres e nas proximidades do Museu Britânico, por volta das 22h30 no horário local (18h30 em Brasília).

Reino Unido terá mais policiais armados nas ruas

As ruas de Londres vão ser patrulhadas por mais policiais armados. A medida faz parte de uma série de ações tomadas pelo Reino Unido para garantir que os agentes de segurança pública estejam mais preparados para combater atos de terrorismo, cada vez mais frequentes na Europa. A medida foi anunciada na quarta-feira (3).

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A Scotland Yard garante que os policiais armados já estão prontos para atuar contra qualquer ato de terrorismo na capital. No Reino Unido, 90% dos agentes atuam sem armas – apenas algumas equipes possuem permissão de portar armas de fogo.

No total, 2.200 policiais atuam só na capital. O país ainda planeja ter mais 1.500 policiais com armas de fogo até o fim de 2017, mais de um quarto deles em cidades da região de Londres para combater o terrorismo.

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