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Após sucesso da Convenção Democrata, candidata aparece com ampla vantagem contra o candidato republicano, fortemente criticado no evento

Estadão Conteúdo

Hillary Clinton foi aplaudida de pé após discurso em que aceitou oficialmente a nomeação democrata à presidência
Robyn Beck/Agence France Presse/Estadão Conteúdo - 28.07.2016
Hillary Clinton foi aplaudida de pé após discurso em que aceitou oficialmente a nomeação democrata à presidência


Novas pesquisas sobre a corrida presidencial nos Estados Unidos mostraram o candidato Republicano à Casa Branca, Donald Trump, atrás da candidata democrata, Hillary Clinton, em meio a uma série de tropeços do magnata e após um tumulto dentro do Partido Republicano prejudicar a campanha do bilionário.

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Quatro pesquisas divulgadas nesta quinta-feira (4) revelaram que Hillary  abriu uma grande vantagem frente ao seu rival, após a convenção democrata ter sido repleta de homenagens a Hillary e ataques contra Trump. Além disso, a imagem do republicano piorou depois que ele "atacou" a família de um soldado muçulmano do Exército que morreu no Iraque.

Em New Hampshire, pesquisa divulgada pelo instituto WBUR mostra Hillary com 47% das intenções de votos e Trump com 32%. A liderança da democrata ampliou consideravelmente desde maio, quando uma pesquisa mostrou que  a disputa poderia terminar em empate técnico.

Estados

A candidata democrata também leva 11 pontos a frente na Pensilvânia, de acordo com uma nova pesquisa do instituto Franklin and Marshall, com 49% dos votos contra 38% de Trump. Em Michigan, onde a campanha de Trump espera ganhar devido à sua grande população da classe trabalhadora de eleitores brancos, Clinton está 9 pontos à frente, de acordo com uma sondagem do Detroit News.

E na Flórida, uma pesquisa da Universidade Internacional da Flórida de eleitores hispânicos divulgada na quarta-feira (3) mostrou Trump em uma posição de baixa histórica, com apenas 13% dos hispânicos prontos para votar nele. Em um estado onde eles compõem 18% do eleitorado, a má posição de Trump poderia custar-lhe o estado – e a presidência.

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