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Wilayat Sayna foi grupo responsável por assumir autoria de ataque que derrubou aeronave russa com 224 a pessoas a bordo no final de 2014

Integrantes do grupo Wilayat Sinai, antes chamado Ansar Bait al-Maqdis, que jurou fidelidade ao Estado Islâmico
Wilayat Sinai/Divulgação
Integrantes do grupo Wilayat Sinai, antes chamado Ansar Bait al-Maqdis, que jurou fidelidade ao Estado Islâmico

O exército egípcio comunicou nesta quarta-feira (5) ter matado Abu Doaa al-Ansary, o líder da organização terrorista Wilayat Sayna, braço do Estado Islâmico na Península do Sinai, no Egito. Ele teria sido morto durante ataques na cidade de al-Arish, próxima à fronteira com a Faixa de Gaza.

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De acordo com as Forças Armadas, 45 militantes da organização, também conhecida como Província do Sinai, foram mortos nos ataques, que também tiveram como alvo depósitos de munição na cidade. 

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O exército egípcio tem combatido a militância no Sinai desde 2013, quando o grupo insurgente ainda se chamava Ansar Beit al Maqdis. O nome foi mudado posteriormente, após juramento de fidelidade ao Estado Islâmico no final de 2014,  quando assumiu a responsabilidade pela queda de um avião russo que matou 224 pessoas  em outubro do ano passado.

O Estado Islâmico não havia comentado as alegações até o início da noite desta quinta-feira. 

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