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Estado Islâmico reivindicou ataque que matou 50 em Orlando, despertando onda de comentários de ódio contra estrangeiros

Reuters

Pré-candidata do Partido Democrata é forte defensora dos direitos dos estrangeiros nos EUA
Reprodução
Pré-candidata do Partido Democrata é forte defensora dos direitos dos estrangeiros nos EUA


A pré-candidata democrata à Presidência dos Estados Unidos Hillary Clinton disse, nesta segunda-feira (13), que os EUA devem encontrar uma maneira de manter o país a salvo sem demonizar os muçulmanos. A declaração foi feita um dia depois do tiroteio à boate LGBT Pulse, em Orlando, que matou 50 pessoas e deixou 53 feridas.

O ataque foi reivindicado pelo Estado Islâmico, o que despertou uma onda de comentários contrários à comunidade muçulmana nos Estados Unidos.

Hillary disse ainda que irá apoiar medidas mais fortes de prevenção para ataques dos chamados “lobos solitários” – ações terroristas individuais, praticadas por uma única pessoa –, e pediu maior monitoramento na internet, mas disse que, ao mesmo tempo, irá proteger os direitos de muçulmanos norte-americanos.

Ataque aconteceu na madrugada de domingo (12) e fez mais de 100 vítimas na comunidade LGBT
Reuters
Ataque aconteceu na madrugada de domingo (12) e fez mais de 100 vítimas na comunidade LGBT


Entenda o caso

Na madrugada de domingo (12), o nova-iorquino filho de imigrantes afegãos, Omar Mateen, abriu fogo contra os frequentadores da boate Pulse, em Orlando. O local fundado em 2004 é conhecido por ser um dos principais pontos de encontro da comunidade LGBT da cidade.

Depois de matar 50 pessoas e fazer reféns por algumas horas, a polícia invadiu o local e matou o atirador, que também deixou 53 feridos. Na manhã desta segunda-feira, a rádio do Estado Islâmico assumiu a autoria dos ataques.

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