Tamanho do texto

Ofensiva de militantes contrários ao governo da Síria deixou 13 membros da força de elite iraniana mortos nesta semana

Bashar al-Assad conta com apoio do Irã e do grupo libanês Hezbollah
AP
Bashar al-Assad conta com apoio do Irã e do grupo libanês Hezbollah

Treze membros da Guarda Revolucionária, força de elite do Irã, foram mortos nesta semana durante um ataque de militantes no norte da Síria. O episódio é uma mostra da profundidade do envolvimento de Teerã na guerra civil síria.

O Irã tem sido um dos principais aliados do presidente sírio, Bashar al-Assad, junto com o grupo libanês Hezbollah. Os dois aliados enviaram combatentes para lutar ao lado das forças do governo.

A agência iraniana Fars citou um porta-voz da Guarda Revolucionária, Hossein Ali Rezaei, segundo o qual 13 membros da força foram mortos e 21 ficaram feridos na Síria. Rezaei não disse nem quando nem onde o incidente ocorreu, mas outra agência iraniana, Tasnim, citou um porta-voz da Guarda Revolucionária que afirmou que as mortes ocorreram quando uma coalizão de insurgentes, entre eles a Frente Nusra, aliada da rede Al-Qaeda, tomou a vila de Khan Touman, no norte da Síria, das forças oficiais.

Khan Touman foi capturada na sexta-feira (29), após dois dias de intensos confrontos que deixaram dezenas de militantes sírios mortos, segundo ativistas da oposição.

A Rússia também tem apoiado a Síria no conflito.