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Norte-americanos estão em nível de alerta máximo após os atentados em Bruxelas, que provocaram ao menos 30 mortes

Vítimas da explosão no aeroporto e no metrô de Bruxelas na manhã desta terça-feira (22)
AP/Estadão Conteúdo - 22.03.16
Vítimas da explosão no aeroporto e no metrô de Bruxelas na manhã desta terça-feira (22)

Importantes aeroportos norte-americanos estão em elevado estado de alerta nesta terça-feira (22), com forte presença policial, depois que pelo menos 30 pessoas foram mortas em ataques suicidas a bomba no aeroporto e no metrô de Bruxelas, embora autoridades tenham dito que não havia uma ameaça específica contra os Estados Unidos.

O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, e Hillary Clinton, pré-candidata à Presidência, prometeram fazer mais para reprimir militantes, enquanto o favorito para ser o candidato presidencial republicano, Donald Trump, defendeu uma maior segurança na fronteira e sugeriu que os serviços de inteligência do país pudessem usar a tortura para impedir ataques.

A expectativa era que o governo Obama fortalecesse a segurança nos aeroportos dos EUA, depois do ataque no aeroporto de Bruxelas, que ocorreu num salão público, do lado de fora da área de inspeção de segurança.

O deputado norte-americano William Keating, de Massachusetts, um democrata do subcomitê sobre terrorismo da Câmara, disse que os ataques em Bruxelas ilustram a dificuldade em proteger os “alvos fáceis” fora das áreas onde a segurança é mais controlada. "Nós devemos aprender com isso que os alvos não estarão somente no embarque dos aviões, mas serão o aeroporto em geral”, afirmou Keating numa entrevista pelo telefone.

O secretário de Segurança Interna, Jeh Johnson, declarou que a agência não tinha informação que indicaria um ataque similar sendo planejado contra os EUA.

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