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Bolivianos terão referendo que decidirá se presidente poderá disputar nova reeleição em 2019, prolongamento que opositores tentam evitar a qualquer custo no país andino

O presidente boliviano, Evo Morales, acusado por opositores de ser ignorante e narcotraficante
José Lirauze/ABI/Fotos Públicas
O presidente boliviano, Evo Morales, acusado por opositores de ser ignorante e narcotraficante


Dias antes do referendo que irá decidir se Evo Morales poderá concorrer novamente à Presidência da Bolívia em 2019, o chefe de Estado disse sofrer com a "guerra suja" por parte da oposição. 

Em entrevista a uma emissora pública, Morales disse que a oposição mente, citando mensagens publicadas nas redes sociais que o chamam de "drogado", "ignorante", "narcotraficante", além de memes nos quais é comparado a animais como lhamas e porcos.

O presidente, no entanto, ressaltou que as mensagens não o "desmoralizam".Segundo ele, a oposição tenta derrubá-lo por ser de origem humilde indígena e ter mudado a história e a estrutura da Bolívia com suas políticas inclusivas.

No próximo dia 21, os bolivianos irão às urnas para votar sobre uma reforma constitucional para decidir se Morales, no poder desde 2006, poderá ou não voltar a se candidatar ao cargo. Se ele for eleito a um quarto mandato, ficará no Poder até 2025.

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