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Criador do WikiLeaks está detido há mais de três anos na embaixada do Equador no Reino Unido, acusado de estupro e assédio sexual; temor do ativista é ser preso caso deixe asilo

O fundador do Wikileaks, Julian Assange: ele disse que aceitaria ser preso caso ONU o contrariasse
Wikimedia Commons
O fundador do Wikileaks, Julian Assange: ele disse que aceitaria ser preso caso ONU o contrariasse

Um painel da Organização das Nações Unidas (ONU) decidiu que o confinamento por três anos e meio do criador do "WikiLeaks", Julian Assange, na embaixada do Equador no Reino Unido, é uma “detenção arbitrária”. Os advogados do ativista australiano pedem para que o pedido de extradição para a Suécia seja retirado imediatamente. A informação é do jornal britânico "The Guardian".

Assange apelou para a ONU em 2014, quando alegou que estava confinado ilegalmente na embaixada com risco de prisão caso deixasse o local. O fundador do "WikiLeaks" pediu asilo em 2012, quando foi acusado de estupro e assédio sexual. A condenação levaria à sua extradição para a Suécia.

Os advogados também pediram a garantia do governo britânico para que Assange não seja preso e sujeito à extradição para os Estados Unidos.

O Reino Unido considera que a detenção de Assange não foi de forma arbitrária, já ele que teria optado pelo asilo na embaixada equatoriana a fim de evitar a prisão.

Na véspera, o fundador do Wikileaks afirmou que aceitaria ser preso pela polícia britânica caso a ONU não acatasse seu pedido.

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