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Moradores horrivelmente feridos são retratados vagando pelas ruas cobertas de cadáveres apenas horas após ataque dos EUA

Imagens fantasmagóricas mostram o rescaldo do ataque norte-americano sobre Hiroshima há 70 anos. As informações são do site "Daily Mail".

Mãe amamente seu bebê ferido após bomba cair sobre Hiroshima, Japão
Reprodução/Youtube
Mãe amamente seu bebê ferido após bomba cair sobre Hiroshima, Japão

Moradores horrivelmente feridos são retratados vagando pelas ruas cobertas de cadáveres na cidade japonesa apenas horas depois de a bomba nuclear, apelidada de 'Little Boy', ter explodido sobre o local.

A radiação na cidade era tão intensa que todos os retratados nas imagens arrepiantes teriam morrido envenenados por causa da exposição semanas, meses e anos depois do ataque de  6 de agosto de 1945.

Nesta quinta-feira (6), enquanto o Japão lembra seus 140 mil mortos na explosão inicial e seus outros incontáveis tempos depois, imagens incrivelmente raras foram expostas no museu Secret Bunker da Escócia na pequena cidade de Fife.

Imagens aterrorizantes mostram mães amamentando seus bebês enquanto estão cheias de feridas e de sangue, bem como sobreviventes que vagam entre os escombros. Envoltas em bandagens ensanguentadas, famílias posam para as fotos aparentemente sem saber que foram expostos a níveis fatais de envenenamento por radiação na sequência da explosão.

A coleção de fotografias foi descoberta há 10 anos, mas a exposição no museu Secret Bunker deve ter sido a primeira a reuni-las. As fotos devem ter chegado na Escócia depois do piloto escocês Clifford Fern ter comprado uma câmera de segunda mão em Iwakuni, perto de Hiroshima, apenas seis meses após os atentados.

O fotógrafo desconhecido pode ter morrido pouco antes de sua câmera ter sido colocada à venda. Fern levou a câmera de volta para sua casa em Coaltown de Balgonie, Escócia, onde as imagens ficaram esquecidas até que seu filho John concordou recentemente em colocá-las em exposição local para marcar o 70º aniversário do bombardeio nuclear.

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