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Na quinta-feira (16), Mohammod Youssuf Abdulazezz, de 24 anos, invadiu armado o Centro da Reserva da Marinha em uma cidade do Tennessee e matou cinco pessoas

A família do homem acusado de ter matado quatro fuzileiros navais e marinheiros em Chattanooga  disse em um comunicado que seu filho sofria de depressão e não era o filho que eles conheciam.

Autoridades descartaram ligações de Mohammod Abdulazeez com terrorismo
Mohammod Youssuf Abdulazeez
Autoridades descartaram ligações de Mohammod Abdulazeez com terrorismo

"Não há palavras para descrever a nossa choque, horror e tristeza", disse o comunicado enviado por um advogado que representa a família de Muhammad Youssef Abdulazeez. "A pessoa que cometeu esse crime horrível não era o filho que a gente conhecia e amava. Por muitos anos, nosso filho sofria de depressão. Ela nos entristece além da crença de saber que sua dor encontrou sua expressão neste ato abominável de violência".

A família acrescentou que está cooperando com a investigação. "Agora é o momento de refletir sobre as vítimas e suas famílias, e nós sentimos que seria inapropriado dizer alguma coisa diferente do fato de que realmente sentimos muito pela sua perda," disse o comunicado.

O caso

Na última quinta-feira (16), o jovem Mohammod Youssuf Abdulazezz, de 24 anos, invadiu armado um escritório militar em um shopping de rua e, depois, o Centro da Reserva da Marinha, a 10 quilômetros de distância na  cidade de Chattanooga, no estado norte-americano do Tennessee. Outras pessoas ficaram feridas na ação e o atirador foi morto pela polícia.

Leia: Sobe para 5 número de mortos em atentado no Tennessee

As autoridades norte-americanas descartaram logo de início possíveis ligações com terrorismo, pois o nome do jovem não constava na lista do FBI. No entanto, ainda não se sabe qual seria a motivação do atentado.