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Conselho de Segurança Nacional reuniu-se para discutir as medidas a serem tomadas após o ataque que matou 38 pessoas, reivindicado pelo grupo extremista Estado Islâmico

Um vídeo publicado no Facebook mostra Seifeddine Rezgui, atirador responsável pela morte de 38 pessoas em uma praia na Tunísia, dançando hip hop em uma gravação caseira
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Um vídeo publicado no Facebook mostra Seifeddine Rezgui, atirador responsável pela morte de 38 pessoas em uma praia na Tunísia, dançando hip hop em uma gravação caseira

A Tunísia informou neste domingo (28) que vai destacar mil policiais armados para as zonas turísticas, num reforço de segurança após um ataque na última sexta-feira (26) que causou 38 mortes.

O Conselho de Segurança Nacional reuniu-se para discutir as medidas  a serem tomadas após o ataque, reivindicado pelo grupo extremista Estado Islâmico e que representa um duro golpe para a vital indústria turística da Tunísia.

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O Ministério do Turismo confirmou os planos para destacar a partir de 1º de julho mil polícias armados para reforçar o turismo do país, que também estará armada pela primeira vez. Polícias armados serão colocados “dentro e fora dos hotéis”, bem como nas praias e em locais turísticos e arqueológicos, informou o ministério em comunicado.

Num outro comunicado divulgado depois da reunião do Conselho de Segurança Nacional, o presidente Beji Caid Essebsi destacou a necessidade de maior vigilância e pediu ao governo para considerar medidas excepcionais para lidar com ameaças futuras.

As autoridades já tinham anunciado planos para encerrar 80 mesquitas acusadas de incitarem ao extremismo.

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Na sexta-feira (26), um jovem estudante tunisino entrou na praia do Hotel Riu Imperial Marhaba em Port El Kantaoui, e disparou uma arma  indiscriminadamente sobre os turistas. Ele matou 38 pessoas, incluindo 15 britânicos e a portuguesa de 76 anos, além de cidadãos alemães, irlandeses e belgas, e feriu 39, das quais 25 britânicos, sete tunisinos e três belgas, antes de ser morto.

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