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Ex-diretor do FMI foi julgado por envolvimento em possível rede de prostituição que organizava orgias em Lille, Paris, Bruxelas e Washington

O ex-diretor do Fundo Monetário Internacional (FMI)Dominique Strauss-Kahn foi absolvido nesta sexta-feira (12) de uma série de acusações de proxenetismo agravado e escândalos sexuais que ficaram conhecidas como "o caso do Hotel Carlton de Lille".

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Strauss-Kahn e outros 12 dos 14 reús foram absolvidos pelo tribunal de Lille, cidade do norte da França. O ex-diretor do FMI foi julgado por envolvimento em uma possível rede de prostituição que organizava orgias em Lille, Paris, Bruxelas e Washington.

Durante o processo, os investigadores descreveram Strauss-Kahn como "o rei das festas" e um tarado "sem fé nem lei", mas o ex-diretor do FMI sempre se defendeu dizendo que as relações com as mulheres eram consensuais.

Ele poderia pegar uma pena de 10 anos de prisão e uma multa de 1,5 milhão de euros. O ex-diretor do FMI já foi candidato à Presidência da França e enfrentou um outro processo, em Nova York, por agressão sexual contra a funcionária de um hotel, em maio de 2011. O caso lhe custou o cargo na instituição financeira e sua campanha ao Eliseu.

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