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A vítima foi um homem de 65 anos que havia sido tratado por um câncer de pulmão e acabou sendo hospitalizado no local

A Coreia do Sul confirmou sua décima morte em decorrência do vírus respiratório mers nesta quinta-feira (11) enquanto autoridades minimizaram o avanço da doença no país. 

Dia 9: Coreia do Sul alerta sobre pico da doença respiratória Mers após sétima morte

Trabalhadores de hospital transportam em maca com rodas paciente com suspeita de ser portador do vírus Mers na Coreia do SUl (10/06)
AP
Trabalhadores de hospital transportam em maca com rodas paciente com suspeita de ser portador do vírus Mers na Coreia do SUl (10/06)

A vítima foi um homem de 65 anos que havia sido tratado por câncer de pulmão e foi hospitalizado no mesmo local por causa do vírus, de acordo com o ministério da saúde. O surto da síndrome respiratória do Oriente Médio tem causado pânico na Coreia do Sul e já infectou mais de 120 vítimas desde que o primeiro caso foi relato. O primeiro paciente da doença foi um homem de 68 anos que havia voltado de viagem do Oriente Médio e teve diagnóstico confirmado no dia 20 de maio.

Cenário:  Conheça o vírus que tem causado mortes e pânico na Coreia do Sul

Cerca de 3.800 pessoas nesta quinta permaneceram isoladas após terem tido um possível contato com infectados, de acordo com o ministério da saúde, e mais de 2.600 escolas e jardins de infância em toda a Coreia do Sul continuaram fechadas.

Na quarta, especialistas da Organização Mundial da Saúde (OMS) e da Coreia do Sul pediram a reabertura das escolas, já que, por enquanto, o surto está restrito a hospitais e não há evidências de que seja transmissível pelo ar.

Autoridades sul-coreanas acreditam que o surto pode ter diminuído, embora os próximos dias sejam cruciais para determinar se os esforços para isolar os pacientes e controlar a doença funcionou. Três pacientes diagnosticados com Mers foram liberados do hospital nesta quinta.

A presidente Park Geun-hye adiou sua visita aos EUA agendada para a próxima semana por causa do problema. A maioria das mortes até agora foram de pessoas que haviam sofrido de condições médicas pré-existentes, tais como problemas respiratórios ou câncer.

O mers tem se concentrado principalmente na Arábia Saudita e tem taxa de mortalidade de 40% entre os casos relatados. A doença pertence à família dos coronavírus, que inclui o resfriado comum, e pode causar febre, problemas respiratórios, pneumonia e insuficiência renal.

*Com AP

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