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Mais de 6 mil pessoas tiveram de ser retiradas do local

A possibilidade de que o vulcão Cabulco volte a entrar em erupção, como espera a maioria dos especialistas, mantém em alerta autoridades chilenas e argentinas, que redobraram os esforços para proteger os habitantes das áreas afetadas em ambos os lados da Cordilheira dos Andes.

Os chilenos voltaram a delimitar uma área de 20 quilômetros em torno do vulcão, no Sul do país, depois de registrar na última quinta-feira (29) a terceira erupção. Mais de 6 mil pessoas tiveram de ser retiradas do local.

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A polícia de Carabineros montou barreiras em todas as rotas que levam ao vulcão, entre elas, a rodovia que liga Puerto Varas à localidade de Ensenada, onde se acumulam várias toneladas de material vulcânico.

O Ministério do Interior ordenou o fechamento das rotas após a chuva registrada na região durante a madrugada e que poderia provocar o transbordamento de rios e a inundação de estradas em locais mais baixos.

Só podem ter acesso à área de restrição funcionários do Escritório Nacional de Emergência, da Direção de Rodovias e do Serviço Nacional de Geologia e Minério.

Do lado argentino, as autoridades mantêm todas as medidas de precaução depois que, nas últimas horas, foram registradas apenas chuvas sem cinzas provenientes do vulcão.

Ainda assim, estão sendo enviados à população que vive próximo ao local óculos de proteção e colírio, além de terem sido reiteradas recomendações como a de permanecer dentro de casa e, no caso de se expor ao ar livre, usar máscaras protetoras e lenços.


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