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Repressão aos protestos contra o governo de Nicolás Maduro deixou 34 mortos e centenas de feridos em quase dois meses

Reuters

A procuradora-geral da Venezuela, Luisa Ortega, admitiu neste domingo (23) que houve "excessos" das forças de segurança durante a repressão aos protestos contra o governo socialista de Nicolás Maduro, que deixou 34 mortos e centenas de feridos em quase dois meses.

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O Estado havia negado a violência de parte das polícias e militares que havia sido denunciado por líderes da oposição e manifestantes durante a pior onda de protestos contra o governo em mais de uma década.

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O Ministério Público informou que abriu 60 investigações por suposta violação dos direitos humanos.

"Houve abusos", disse Ortega. "Mas é uma grande mentira que o Estado venezuelano seja violador dos direitos hummanos", disse.

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