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"Tememos que o número de vítimas do massacre seja muito maior", afirmou Abu Ahmad al-Rabi, ativista no distrito vizinho de Jdeidet Artouz

Reuters

Forças da Síria e milicianos leais ao presidente Bashar al-Assad mataram pelo menos 85 pessoas neste domingo (21), incluindo mulheres e crianças, ao atacarem um subúrbio em Damasco após cinco dias de combates, afirmaram ativistas de oposição na região.

"Identificamos 85 executados sumariamente, incluindo 28 baleados em um hospital improvisado após as forças de Assad terem entrado em Jdeidet al-Fadel. Tememos que o número de vítimas do massacre seja muito maior", disse Abu Ahmad al-Rabi, ativista no distrito adjacente de Jdeidet Artouz.

Não havia confirmação imediata sobre o número fornecido pelos ativistas. Autoridades sírias baniram a maior parte dos veículos de comunicação independentes desde a revolta de dois anos atrás.

Comunidade internacional

Potências ocidentais, que querem ver o fim do reinado de 43 anos da família de Assad, mas não querem intervir militarmente na Síria, têm sido alarmadas pelo avanço de grupos como o Nusra Front em um conflito que tem aprofundado a divisão sectária no Oriente Médio.

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O encontro em Istambul terá presença da Turquia, do Egito, da Jordânia, dos Emirados Árabes Unidos, assim como do Catar e da Arábia Saudita --as duas principais potências árabes que apóiam a revolta, que já dura dois anos.

Do Ocidente, estão presentes os Estados Unidos, a Grã-Bretanha, a Alemanha, a Itália e a França, disseram as fontes. O último encontro do Amigos da Síria foi em 28 de fevereiro, em Roma.

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