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Presidente afirma que ministros viajam pelo País nesta sexta-feira para mobilizar estudantes no combate ao Aedes aegypti

Agência Brasil

Dilma Rousseff durante visita à unidade habitacional do Residencial Vivendas de Petrolina I e II
Roberto Stuckert Filho/PR
Dilma Rousseff durante visita à unidade habitacional do Residencial Vivendas de Petrolina I e II


A presidente Dilma Rousseff voltou a abordar a crise de Saúde pública que vive o País devido à epidemia do mosquito  Aedes aegypti , vetor da dengue, febre chikungunya e zika vírus, nesta sexta-feira (19), em Petrolina (PE).  

“Um mosquito não pode derrotar 204 milhões de pessoas. Somos muito mais fortes que esse mosquito", afirmou ela. "Aliás, serve de exemplo, de símbolo para nós. Nós, hoje, enfrentamos dificuldades em nosso País. Nós, juntos, vamos superar essas dificuldades. Este País vai crescer, gerar empregos, continuar fazendo programas como este."

Dilma contou que ainda nesta sexta viaja à cidade de Juazeiro (BA) para dar uma aula em uma escola no dia de mobilização da educação contra o mosquito, parte da estratégia do governo federal para conter a atual epidemia. Além da presidente, pelo menos 25 ministros viajam pelo Brasil para visitar escolas a fim de conscientizar e mobilizar estudantes para o combate ao Aedes.

Dilma ressaltou que governo vai usar “todos os recursos” para garantir uma vacina contra o vírus, mas que, enquanto ela não é desenvolvida a vacina, é preciso não deixar o mosquito nascer.

“A mosquita põe ovos em água parada, limpa ou suja. Tem água parada sobretudo na casa das pessoas. De cada três lugares onde o mosquito se cria, dois estão nas nossas casas. Quem pica e gosta de se alimentar do sangue humano é a mosquita. Ela é sensível ao cheiro, procura lugares onde tem água parada e é escuro para reproduzir seus ovos."

A presidente pediu que a população faça uma vistoria nas casas para buscar focos do inseto: “Peço a vocês 15 minutos, uma vez por semana, que façam uma vistoria em suas casas. Falem com seus parentes e vizinhos. Não podemos deixar o mosquito fazer a festa. Não picando, ele não transmite o vírus. Não transmitindo [o vírus], as grávidas que carregam em seus ventres o futuro desse País não terão a tristeza que é ter um filho com microcefalia".



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