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Ministro da Defesa, Aldo Rebelo, defendeu entrada forçada nas residências como necessidade de segurança e saúde. Dê sua opinião sobre a medida polêmica na enquete

Na última quinta-feira (04), o ministro da Defesa, Aldo Rebelo, afirmou que a entrada forçada em imóveis públicos e privados para ações de combate ao Aedes aegypti é uma necessidade de segurança de saúde.

Ação do Exército de combate ao Aedes aegypti nas ruas do Recife, em dezembro de 2015
Divulgação/Secretaria de Saúde do Recife
Ação do Exército de combate ao Aedes aegypti nas ruas do Recife, em dezembro de 2015


O titular do ministério informou que 50 mil militares farão visitas nas casas neste mês de fevereiro, em ação coordenada com o Ministério da Saúde e autoridades locais, para inspecionar possíveis focos de proliferação nas residências e, se for o caso, aplicar larvicida. O mosquito é o transmissor da dengue, da febre chikungunya e do zika vírus.

Leia mais: "Entrada forçada nas casas é necessidade para combater Aedes", diz ministro

“Em São Paulo, por exemplo, de 33 mil imóveis visitados pelos militares, 10 mil estavam fechados. São armazéns, terrenos, residências que estavam sem a presença de ninguém. Além disso, em quase mil não havia pessoas autorizadas para permitir a entrada de agentes, apenas vigias, fiscais ou porteiros”, argumentou o ministro. “Não adianta remover os focos de dez casas se, no meio delas, em um raio de 300 metros onde o mosquito voa, você deixa o criadouro. Rapidamente, ele vai se multiplicar."

Veja como evitar que o mosquito da dengue nasça e pique você: 


O governo federal publicou Medida Provisória que autoriza a entrada de agentes de saúde em imóveis públicos e particulares abandonados ou em casas onde o proprietário não esteja para garantir o acesso e quando isso se mostre “essencial para contenção de doenças”. O agente poderá, nesses casos, solicitar auxílio de autoridade policial. Segundo o ministro, mesmo nessas ações, é preferível que as Forças Armadas sejam acompanhadas pelas forças policiais de cada Estado – em última instância, militares têm autorização legal para entrar.

Você concorda com a medida ou é contra? Dê sua opinião na enquete abaixo: 


*Com informações da Agência Brasil 

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