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Minicérebros cultivados a partir de células-tronco em laboratório serão infectados com o vírus que está associado com o aumento de microcefalia no Brasil

Com o aumento de casos de microcefalia associados ao zika vírus e a carência de informações na literatura médica sobre o tema, a Fiocruz e o Instituto D'Or de Pesquisa e Ensino fizeram uma parceria para uma pesquisa que vai estudar mais sobre o tema. Os cientistas vão infectar minicérebros cultivados in vitro  por meio de células-tronco para descobrir como o zika vírus causa a malformação. As informações são do jornal O Globo.

Pesquisa poderá elucidar questão que mais intriga os cientistas: como que o zika vírus lesiona o cérebro de bebês ainda na barriga da mãe
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Pesquisa poderá elucidar questão que mais intriga os cientistas: como que o zika vírus lesiona o cérebro de bebês ainda na barriga da mãe

A Fiocruz vai fornecer amostras do zika vírus para que pesquisadores do laboratório do Instituto D'Or possam prosseguir com a pesquisa. 

Segundo o jornal, três minicérebros de dois milímetros já estão prontos para serem infectados. Eles foram cultivados in vitro  a partir de células-tronco. A produção de um minicérebro demora cerca de três meses.

De acordo com a Fapesp, os cientistas pretendem avaliar se o vírus prejudica o crescimento das células, a produção de proteína e a formação de conexões entre os neurônios. 

Prevenção ainda é o melhor remédio

Prevenir-se contra a picada do Aedes aegypti  ainda é a forma mais eficaz para não sofrer maiores consequências. Usar repelentes de inseto, combater a proliferação do mosquito e continuar se prevenindo contra picadas mesmo se estiver doente, seja com dengue, zika vírus ou chikungunya evita a transmissão do vírus para a comunidade. 

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