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Dono do teatro Oi Casagrande é agredido por suposto jornalista que não apresentou credencial

A candidata do PT à Presidência, Dilma Rousseff, chegou ao teatro Oi Casagrande, no Leblon, zona sul do Rio, dez minutos depois de uma confusão que terminou com troca de socos entre um dos sócios do teatro e um casal de supostos jornalistas que disse trabalhar para o veículo alternativo "Copacabana em Foco", mas que não credencial de imprensa para poder entrar no teatro. Seguranças agiram rapidamente antes que alguém ficasse ferido.

Ao chegar, Dilma foi recebida por artistas e intelectuais como Chico Buarque, Beth Carvalho, Alceu Valenca, Elba Ramalho, Emir Sader, Oscar Niemeyer e Leonardo Boff. A filósofa Marilena Chaui, uma das signatárias do manifesto em apoio à petista, disse que o panfleto  que evoca Jesus, produzido pela campanha de José Serra, é "religiosamente obsceno e politicamente obsceno".

Do lado de fora do teatro, dois jovens faturam "um extra" com a venda de bolsas e camisas com imagem de Dilma quando jovem, no meio de uma estrela vermelha, o símbolo do PT. Eles venderam todas as 30 camisas (a R$ 15) e 10 bolsas (a R$ 20) que trouxeram. O dinheiro, contudo, nao irá para a campanha petista. Os artistas disseram que fizeram o trabalho por ideologia e, por isso, asseguram que a venda foi "a preço de custo".

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