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A rede de postos Ipiranga ingressou com representação no TRE de São Paulo pelo uso indevido do conceito de sua campanha pelo candidato João Doria

Assessoria de João Doria, afirma que sua saída do ar da propaganda suspensa pela justiça  já estava prevista
Reoprodução/Youtube
Assessoria de João Doria, afirma que sua saída do ar da propaganda suspensa pela justiça já estava prevista

Depois de processo realizado pela rede de postos Ipiranga, a Justiça determinou, nesta quarta-feira (7), a suspensão do anúncio de João Doria na televisão, que fazia uma paródia da propaganda da rede.

A Ipiranga afirma que ingressou com Representação no Tribunal Regional Eleitoral (TRE) de São Paulo na terça-feira (6) pelo “uso indevido do conceito de sua campanha publicitária ‘Pergunta lá’ por parte da campanha de propaganda política de um candidato em São Paulo”. A rede de postos pedia a suspensão da veiculação da propaganda.

De acordo com a rede de postos Ipiranga, a Justiça acatou nessa quarta-feira (7) o pedido de liminar da Ipiranga e determinou a suspensão dos anúncios que utilizam o conceito de campanha da marca. Ela ainda ressalta não ter sido consultada previamente.

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De acordo com a assessoria da campanha do candidato, o TRE inicialmente deu ganho de causa à campanha, mas outro juiz revogou a decisão anterior. A assessoria de João Doria diz não ter em mãos a sentença reformada, mas informa que a saída da propaganda do ar já estava prevista para a esta quarta-feira (7).

A peça veiculada pela campanha de João Doria à Prefeitura de São Paulo era uma paródia da conhecida propaganda do Posto Ipiranga, em que um homem indicava o posto, diante de todas perguntas feitas a ele.

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Na paródia, o homem responde “Lá na propaganda do PT”, quando outra atriz pergunta onde ela pode encontrar UBS sem fila e ônibus vazio com Wi-Fi, por exemplo.

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