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Para conseguir o benefício, basta escolher um dos cursos com vagas no iG Bolsas de Estudo e pagar a pré-matrícula

Ficou mais fácil fazer faculdade no Brasil. Segundo dados do Sinopses - boletim estatístico com dados sobre a educação -, em dez anos o número de matrículas para cursos de ensino superior presencial passou de cerca de 6,4 milhões para 7,8 milhões em 2014.

Uma das razões foi a criação de programas públicos como o Fies (financiamento estudantil) e o ProUni, que oferece bolsas de estudo em instituições de ensino particulares. Mas, com os cortes orçamentários promovidos pelo governo federal nos últimos dois anos, muita gente perdeu a oportunidade de realizar o sonho do diploma universitário.

Porém, há uma boa notícia para essas pessoas. Como reflexo da crise econômica, diversas faculdades renomadas não conseguiram preencher turmas e experimentaram novas opções para captar alunos - entre elas, oferecer bolsas de estudo integrais ou com grandes descontos aos estudantes.

Empresas de consultoria especializada no ensino superior, como a eduit, perceberam a possibilidade de concentrar as vagas em só lugar e oferecê-las aos internautas. Em junho de 2016, a empresa firmou parceria com o portal iG e criou o iG Bolsas de Estudo , com vagas em diversos cursos.

“A ideia é facilitar a vida do estudante. Por isso, escolhemos um modelo muito similar ao de clube de compras coletivas, que já é familiar para os usuários”, afirma Katia Meireles, gerente de marketing da eduit., consultoria especializada no ensino superior.

No site, o interessado escolhe qual curso pretende estudar dentre as opções de faculdades. Depois, é preciso apenas pagar a pré-matrícula - uma espécie de "reserva" da vaga - e imprimir uma espécie de "cupom de desconto" aplicado nas mensalidades.

As ofertas, porém, não se limitam à graduação. Há também cursos técnicos e de pós-graduação, tanto presenciais quanto a distância.

Em alguns casos, a diferença entre o valor pago com e sem bolsa pode chegar a até 71% - a economia total, em quatro anos de estudos, chega a R$ 40 mil. “É importante lembrar que a bolsa de estudo não é um financiamento, ou seja, o usuário não paga nada depois que se formar”, ressalta Katia.