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Na pesquisa de 2013, taxa de analfabetismo mostrou leve alta, que foi contornada no ano de 2014, segundo a PNAD Contínua

Analfabetos são 13,2 milhões de pessoas acima dos 15 anos, segundo dados do IBGE de 2014
Agência Brasil
Analfabetos são 13,2 milhões de pessoas acima dos 15 anos, segundo dados do IBGE de 2014

A taxa de analfabetismo das pessoas de 15 anos ou mais de idade no Brasil recuou para 8,3% (correspondendo a 13,2 milhões de pessoas) na relação com 2013 (8,5% ou 13,3 milhões de pessoas). O Nordeste tinha a maior taxa de analfabetismo (16,6%), enquanto as menores taxas eram do Sul (4,4%) e do Sudeste (4,6%).

A taxa de analfabetismo era de 8,6% para os homens e de 7,9% para as mulheres em 2014. As maiores diferenças entre as taxas, por sexo, estavam no Norte (9,7% para os homens e 8,3% para as mulheres) e no Nordeste (18,5% e 14,9%, respectivamente).

Cresce a escolarização na primeira infância, de 4 e 5 anos de idade

De 2013 para 2014, houve aumento da taxa de escolarização entre as crianças de 4 a 5 anos de idade (de 81,4% para 82,7%). Nos grupos de 15 a 17 anos (84,3%) e de 18 a 24 anos (30,0%) houve estabilidade. Em 2014, o grupo de 6 a 14 anos tinha a maior taxa de escolarização (98,5%); em 2013, essa taxa era de 98,4%.

Em 2014, entre a população com 25 anos ou mais de idade, 32,0% tinham ensino fundamental incompleto e 25,5%, médio completo. Em relação a 2013, caiu a proporção de pessoas sem instrução ou com menos de um ano de estudo (de 12,3% para 11,7%) e cresceu a das pessoas com superior completo (de 12,6% para 13,1%).

Média de anos de estudo da população chega a 7,7 anos

Em 2014, a população tinha, em média, 7,7 anos de estudo, contra 7,6 em 2013. A maior média estava no Sudeste (8,4 anos) e a menor, no Nordeste (6,6 anos). As mulheres tinham, em média, 8 anos de estudo e os homens, 7,5 anos. Em todas as regiões, as mulheres tinham mais anos de estudo que os homens e as maiores diferenças por sexo estavam no Norte (7,6 anos para as mulheres e 6,8 anos para os homens) e no Nordeste (7 anos para as mulheres e 6,2 anos para os homens). A menor diferença estava no Sudeste (8,5 e 8,3 anos, respectivamente).