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Exame nacional para concluintes é usado pelo Ministério da Educação para avaliação das instituições de ensino superior

O ministro da Educação, Cid Gomes, pretende organizar um grupo de trabalho para propor formas de aumentar o interesse do universitário em fazer o Exame Nacional de Desempenho de Estudantes (Enade). A questão foi debatida em encontro com o presidente do Conselho de Reitores das Universidades Brasileiras (CRUB), Wolmir Amado, e outros membros da entidade.

De acordo com o Ministério da Educação, a intenção é que as intituições deem sugestões de como melhorar o processo. A demanda partiu das próprias instituições de ensino superior durante a reunião.

O Enade é uma prova aplicada a estudantes ingressantes e concluintes do ensino superior. A cada ano, o exame avalia um grupo diferente de cursos. Os estudantes habilitados devem fazer o Enade para obter o diploma, no entanto, o desempenho não é levado em consideração para a aprovação dos alunos nos cursos.

O resultado do exame é usado para compor índices que medem a qualidade de cursos e de instituições de ensino superior. Atualmente, o exame é alvo de críticas e boicotes de estudantes, e o peso que tem na avaliação dos cursos (55%) é questionado por instituições.

Também no encontro, o ministro pediu a colaboração voluntária das universidades para encontrar um local para servir de centro de pedagogia a fim de auxiliar a formação de professores no Brasil. O objetivo é aumentar a interação da educação básica com o ensino superior, que é responsável pela formação dos docentes.

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