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"Bootleg Series" do cantor reúne gravações desde seu álbum de estreia, em 1962

Bob Dylan: início da carreira esmiuçado
Divulgação
Bob Dylan: início da carreira esmiuçado
A gravadora de Bob Dylan acabou de tirar a poeira de 47 gravações demo do cantor entre 1962 e 1964 para a última investida em seu extenso arquivo. The Bootleg Series Volume 9 – The Witmark Demos deve chegar às lojas no dia 19 de outubro, no mesmo dia em que a Columbia Records lançará uma coletânea com músicas em mono dos primeiros oito álbuns de Dylan.

A Columbia lançou os Bootleg Series de Dylan em 1991, e a mais recente coletânea foi lançada em 2008, Tell Tale Signs . As gravações demo de Witmark já são distribuídas ilegalmente há muito tempo por colecionadores, incluindo versões antigas de músicas como "Blowin' In The Wind", "The Times They Are A Changin'" e "Masters Of War".

Dylan, com o acompanhamento de seu violão, gaita e às vezes do piano, gravou as canções para sua primeira gravadora, a Leeds Music, em janeiro de 1962, e para sua segunda gravadora, a M.Witmark & Sons, entre 1962 e 1964 – todos antes de completar seus 24 anos.

As gravadoras então passavam suas músicas a outros artistas, e é por isso que algumas canções foram gravadas pelas vozes de outros artistas como Stevie Wonder ("Blowin' In The Wind"), Judy Collins ("Tomorrow Is A Long Time") e Byrds ("Mr Tambourine Man").

Segundo a Columbia, 15 músicas de Dylan nunca foram lançadas oficialmente, apesar de um dos listados, o conto sobre os direitos civis "The Death Of Emmett Till", ter aparecido na compilação da Smithsonian Folkways em 1972, Broadside Ballads, Vol. 6: Broadside Reunion .

A coletânea, Bob Dylan - The Original Mono Recordings , contém oito álbuns reproduzidos a partir das primeiras versões das músicas gravadas em mono. A coleção abrange desde seu disco auto-intitulado de estreia de 1962 a John Wesley Harding , em 1967, incluindo o disco duplo Blonde on Blonde . Muitos desses discos foram relançados em versão estéreo SACD em 2003.

Gravações em mono era muitas vezes preferíveis para artistas como Dylan e os Beatles (que relançaram versões em mono de seus discos no ano passado), enquanto gravações em estéreo ficavam com os engenheiros de som.

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