O Partido dos Trabalhadores enfrenta mais uma contradição no processo eleitoral. A seara está na divisão de recursos para os candidatos vindos do fundo partidário. 


Possuindo um discurso recorrente de igualdade para os diferentes  e distribuição de renda, o partido, neste caso, demonstra que pratica exatamente o contrário.

É esta tratativa que se apresenta quando se analisa a planilha de divisão dos recursos, nela  por exemplo o vereador Reimont Otoni deve receber vinte e duas vezes e meia do  piso mais baixo de candidatos. A lista cita nesta injusta  'concentração  de recursos'  , ainda a vereadora Luciana Novaes e a professora Elika Takimoto, além do  ex-senador Lindibergh Farias.

A repercursão  entre os candidatos que compõem a nominata foi a pior possível. No grupo de whatsapp do partido que reúne estas pessoas sugiram protestos em áudio e vídeo. Chamando a  prática de incentivo ao  'latifúndio', uma das ideias era um 'greve' de candidatura, lembrando que o total de candidatos é que elegerão um ou dois. Um lembrança que veio a tona foi cobrar coerência com o discurso da candidata majoritária da Benedita da Silva no Bangu Atlético Clube no último sábado, que verberava a igualdade  e importância de cada pretendente à Câmara de Vereadores.

Planilha PT de recursos para candidatos
Wordpress / Reprodução
Planilha PT


Não bastasse as difilculdades da corrida eleitoral com adversários,o Partido dos Trabalhadores do Rio de Janeiro, que já ,desdisse sua luta contra o presidente jair Bolsonaro ao participar do governo bolsonarista em Belford Roxo, agora incentiva a concentração de recursos dentro dos seus corredores partidários.

Planilha PT 2
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