Rafael Correa
Reprodução Twitter @apalausi
Rafael Correa



O campo progressista liderado por Rafael Correa lança frente progressiva UNES ante as eleições de 2021.O Correísmo é agrupado em uma plataforma, chamada "União pela Esperança (UNES), para “recuperar” o Equador, com vistas às eleições gerais de 2021.


A coalizão, lançada oficialmente na quarta-feira, reúne os movimentos da Força de Compromisso Social e do Centro Democrático, além de seis outras organizações sociais, com vistas às eleições de 2021.

Correa ainda não teve seu nome divulgado no lançamento da nova força política, transmitida em plataformas virtuais. Os correligionários descreveram como "inconstitucionais" as reformas que buscam "bloquear a todo custo a participação do ex-presidente Rafael Correa para qualquer cargo de eleição popular, seja pelo canal judicial ou por resoluções administrativas ”do Conselho Nacional Eleitoral (CNE).

Por sua vez, Correa publicou um vídeo em sua conta na rede social Twitter, no qual afirmou que, embora tentassem impedir o nascimento da UNES, isso não era possível. Além disso, ele detalhou como eles boicotaram parcialmente as plataformas virtuais que deveriam cobrir o evento.


"Somos sementes, (...) hoje começou a recuperação da Pátria", acrescentou Correa da Bélgica, onde vive com sua família desde o final de seu segundo mandato, enfatizando: "Até a vitória sempre!"

O ex-presidente equatoriano (2007-2017) já ratificou sua disposição de concorrer à vice-presidência do Equador, apesar das conspirações para impedir sua participação, desde que ele apresentou queixas internacionais por violação de seu direito à participação política.

Imputado pelo judiciário governista em casos de corrupção para impedir sua candidatura, Correa denuncia que quem é corrupto é o atual presidente do Equador, Lenín Moreno, mas se sente impune porque tem o apoio e a proteção dos Estados Unidos diante de seus atos de corrupção.

Na terça-feira ,o  vice-presidente do Equador, Otto Sonnenholzner, renunciou ao cargo na terça-feira, após apenas 18 meses de cargo. O empresário foi terceiro vice-presidente do governo Moreno a deixar o cargo.

    Veja Também

      Mostrar mais