Samuel Moncada Ministerio del Poder Popular Venezuela
Reprodução Twitter Ministerio del Poder Popular
Moncada Venezuela


Venezuela denunciou, atravéz do seu embaixador na ONU,  a recusa de Londres em entregar as reservas de ouro venezuelanas, desculpando o líder da oposição Juan Guaidó. Samuel Moncada explicou que o Reino Unido tem a mesma atitude que o presidente dos EUA, Donald Trump, observando que o BoE "se torna um tipo de agente depositário que não controla os depósitos dos países que colocam ouro lá".


"Isso é um saque imperial, o Banco da Inglaterra (BoE) ao reconhecer Guaidó, como presidente encarregado da Venezuela, lhe usa como desculpa, é o instrumento que se presta a saques", disse o representante da Venezuela ao jornal. Organização das Nações Unidas (ONU), Samuel Moncada, em uma transmissão de vídeo na rede social Twitter.

Moncada explicou que o Reino Unido tem a mesma atitude que o presidente dos EUA, Donald Trump, observando que o BoE "se torna um tipo de agente depositário que não controla os depósitos dos países que colocam ouro lá".

Referindo-se às 31 toneladas que atualmente são o centro da disputa entre Venezuela e Reino Unido, o embaixador explicou que o país do Caribe não depositou o dinheiro no banco inglês, mas o colocou como garantia há cinco anos como parte de um empréstimo que exigia US Citibank


O Reino Unido nega à Venezuela acesso ao seu ouro no Banco da Inglaterra. 31 toneladas de ouro foram depositadas nos cofres britânicos por 50 anos.

As declarações do embaixador venezuelano vieram depois da quinta-feira passada, e o Supremo Tribunal do Reino Unido decidiu entregar 31 toneladas de ouro venezuelano, avaliado em mais de um bilhão de dólares, a Guaidó e seus funcionários fictícios, ignorando a legitimidade do Presidente Constitucional da Venezuela. , Nicolás Maduro.

Nesse contexto, as autoridades venezuelanas garantiram que o que aconteceu é considerado outra tentativa de Washington de saquear os recursos do país bolivariano. Além disso, eles acrescentam que esse ouro seria o pagamento de Guaidó ao governo britânico por tê-lo reconhecido como "presidente interino".

    Veja Também

      Mostrar mais