São assustadores a caótica situação e os números dos fundamentos econômicos brasileiros. Verdadeira bomba-relógio que precisa ser desarmada.
A dívida pública está acima de (76%) do PIB, neste quadro drástico da SELIC em (15%) ao ano contra ao fraco desempenho do PIB de cerca de (2%); o déficit primário está em (-7%) do PIB; a taxa de inflação acima da meta em (5%) ao ano; e, para coroar, os investimentos com queda de (-2%) no trimestre, assim como, o índice de consumo e confiança das famílias em desaceleração.
O mais estarrecedor é que a solução que o governo está aplicando, sem dó nem piedade, é pior ainda, correspondente à escalada tributária em nítido “confisco” do nosso patrimônio privado, fruto do nosso trabalho honesto, conquistado com sangue, suor e lágrimas.
Com uma grave crise econômica batendo em nossas portas, ao invés do nos fortalecer, este insensato governo nos empobrece.
Por causa da incompetência e irresponsabilidade fiscal do governo, o fato é que a conta não fecha e a reforma tributária que vem aí é um caos contra a poupança popular. Um locupletamento oficial.
O Brasil clama por equilíbrio, lucidez e grandeza. Nosso patrimônio privado é a expressão material de nossa sagrada liberdade individual e do bem-estar de nossas famílias.
Em meio a estas turbulências da política fiscal e ao desafio colossal de restaurar a confiança nos rumos da economia brasileira, ergue-se, com discrição e firmeza, a liderança singular e providencial de Geraldo Alckmin.
O Vice-Presidente da República e Ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços não tem buscado holofotes, mas sua atuação tem sido construtiva e transformadora. Com estilo sereno, temperamento republicano e visão de Estado, ele constrói pontes onde tantos preferem trincheiras.
Na hora em que o Brasil precisa de serenidade técnica e liderança moral, nosso ex-governador Dr. Geraldo Alckmin demonstra possuir ambos os atributos.
Sua trajetória edificada por décadas de serviço público decente, eficiente e responsável, é sua marca pessoal.
Seus resultados concretos no equilíbrio fiscal em São Paulo, falam por si. Convenhamos, o sucesso do governador Tarcísio também se deve ao bom legado estatal consolidado na gestão de Alckmin.
Poucos políticos brasileiros carregam consigo a respeitabilidade que ele inspira tanto no campo político quanto no mercado e na sociedade civil.
Nos bastidores do poder, Alckmin age com inteligência e generosidade, tornando-se figura central na articulação do diálogo institucional e mediação entre o capital produtivo e as exigências de justiça social. Seus gestos de estadista, seu preparo técnico, sua fidelidade ao interesse público e sua capacidade de unir, em vez de dividir, são cada vez mais percebidos como ativos indispensáveis ao equilíbrio nacional.
Seguramente, ele não faz mais pelo Brasil em razão da “ciumeira” dos incompetentes de dentro do próprio governo.
Num Brasil assolado por polarizações e por dilemas econômicos e fiscais complexos, é absolutamente natural que surja, espontaneamente, um clamor a projetar Alckmin para o Ministério da Fazenda.
Ele conhece como poucos a máquina pública. Sabe escutar e sabe decidir. Tem coragem sem arrogância. Tem convicção sem radicalismo. Tem humildade sem subserviência. Representa o centro racional da política, o pacto entre a responsabilidade fiscal e o desenvolvimento social.
Geraldo Alckmin reúne as melhores condições para liderar a política econômica no atual momento crítico da história brasileira. Sua entrada no Ministério da Fazenda representaria não apenas uma solução técnica, mas também um gesto político de reunificação nacional.
Tenho absoluta certeza de que o mercado reagiria positivamente. Fariam uma festa. Seria feriado nacional.
Ele está mais do que requisitado pelo mercado, especialmente neste momento, diante de seu desempenho na inteligência diplomática com as lideranças internacionais.
Aliás, esta sua visibilidade geopolítica positiva, com ele no Ministério da Fazenda, por si só, atrairia investimentos estrangeiros e daria paz aos players globais.
O Brasil precisa de um Ministro da Fazenda que traga confiança e previsibilidade. Seja competente e parcimonioso. Que dialogue com o mercado sem desprezar o povo. Que valorize o investimento produtivo sem esquecer os vulneráveis.
Alckmin é essa figura; e, sinceramente espero que, pela graça de Deus, sejam superadas a resistência política, os riscos de descompasso com a ala econômica do governo e a imaturidade quanto à necessidade de ajustes orçamentários.
Senhor Vice-Presidente, o Brasil conta com Vossa Excelência.
Rumo ao Ministério da Fazenda!
Ricardo Sayeg. Jornalista. Advogado. Jurista Imortal da Academia Brasiliense de Direito e da Academia Paulista de Direito. Professor Livre-Docente de Direito Econômico da PUC-SP e do Curso de Recuperação de Empresas do Insper. Doutor e Mestre em Direito Comercial. Oficial da Ordem do Rio Branco. Presidente da Comissão de Direito Econômico Humanista do IASP. Presidente da Comissão Nacional Cristã de Direitos Humanos do FENASP. Comandante dos Cavaleiros Templários do Real Arco Guardiões do Graal.