Bolsonaro
Agência Brasil
Presidente Jair Bolsonaro

O presidente Jair Bolsonaro, num cronograma bem preparado pelo chanceler Ernesto Araújo, segue intensa agenda de telefonemas para líderes de outras nações, em defesa de seu Governo e atrás de investidores para o País. 


Há dias, ligou para dois contatos importantes que há anos estão de olho na Petrobras e suas reservas: conversou com o xeique Mohammed bin Zayed Al Nahyan, príncipe herdeiro de Abu Dhabi, e em outro telefonema, com Mohammad Bin Salman, príncipe herdeiro da Arábia Saudita. 


Al Nahyan tem um interesse especial no Brasil – e um episódio que não esquece. Perdeu quase US$ 1 bilhão em ações na derrocada do valor de mercado da Petrobras após a operação Lava Jato, revelou a Coluna em 2014.


O herdeiro do Emirado de Abu Dhabi é um dos ‘minoritários’ que acionou seus advogados em Manhattam para recuperar tudo, na ação coletiva que rendeu acordo.

Bolsonaro já telefonou, nos últimos dias, para o presidente do Paraguai, Mario Abdo; para o colega do Chile, Sebastian Piñera; e ontem falou com Jeanine Áñez, da Bolívia.


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