Tamanho do texto

Assinaturas coletadas devem ser idênticas às de presença da votação de 2018

A prova de que não é tão fácil – e nem dinheiro dá celeridade a isso – a criação de um partido é uma amostra de parte da lista de exigências de procedimentos junto ao TSE.

Bolsonaro arrow-options
Agência Brasil
Bolsonaro

Até ir às urnas, ano que vem ou 2022, o Aliança para o Brasil (lançado pelo presidente Jair Bolsonaro) terá que iniciar a coleta de assinaturas eletrônicas com dados do eleitor, nome completo, sem rasuras, sem abreviações etc.

Para complicar, a assinatura deve ser igual à aquela feita na lista de presença na votação de 2018. Não é a do título de eleitor nem da carteira de identidade – e muita gente não se lembra como rabiscou a folha das seções eleitorais. Em havendo discordância, o procedimento trava e passa-se à investigação dos nomes.