O ministro da Educação, Abraham Weintraub, deu provas de que anda antenado, literalmente, no que falam sobre ele. Há dias, grupo de deputados federais foi ao gabinete tratar da PEC 15/2015, sobre o novo Fundo de Educação Básica, o bilionário Fundeb, repassado a prefeituras.

Weintraub
Agência Brasil

Abraham Weintraub

Há divergências entre o chefe da pasta e o presidente da comissão especial, deputado Bacelar (Podemos-BA). Nada andou. Mas, na saída, numa cena constrangedora, o ministro mostrou o motivo da má vontade na reunião. Chamou o deputado a sós ao gabinete e mostrou-lhe um áudio de entrevista a rádio, na qual o parlamentar o desanca. Weintraub, segundo fontes, pediu retratação de público, e Bacelar se negou. A situação azedou de vez. O ministro não respondeu a Coluna.

“Houve, de fato, esse pedido de retratação, por parte de Weintraub, mas por entender que não há motivos para tal, Bacelar não o fez”, informa a assessoria do deputado. A pauta é o principal motivo de “divergência”, hoje, entre o MEC e a Câmara dos Deputados. A deputada Dorinha Seabra (DEM-TO) também estava na reunião.

Importante ressaltar que há dois primos homônimos baianos deputados federais. Bacelar, o mais velho, foi o alvo do ministro. Não o boa praça João Carlos Bacelar (PL).

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