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Reprodução/Facebook
Temer teve mal-estar nesta quarta-feira (25), sendo encaminhado ao hospital em Brasília

O presidente da República, Michel Temer, vai deixar ainda hoje o HMB - Hospital do Exército ( e não Incor/HFA como publicado antes). Ele sairá a contragosto da equipe médica, revelam fontes da unidade.

Temer teria de se internar para tratar de uma infecção urinária ou até fazer uma cirurgia, mas preferiu se medicar e quer voltar para o Palácio do Jaburu, a residência oficial. O presidente queria deixar a unidade tão logo foi medicado, preocupado com o dia político decisivo para sua permanência no cargo, mas foi convencido pela equipe a ficar mais algumas horas no hospital.

Em nota divulgada há pouco, Temer lançou mão de uma artimanha para evitar a palavra "internação" e fala em "repouso".

Em caso de internação, por lei o presidente deve se licenciar do cargo e repassar a autoridade do País imediatamente para quem de direito - na linha sucessória, hoje, o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), com quem anda se estranhando.

Ocorre que o dia é tenso. Maia toca na Câmara a sessão que pode votar ainda hoje a segunda denúncia da Procuradoria Geral da República contra o presidente e os ministros Eliseu Padilha e Moreira Franco. E Temer acompanha pessoalmente as negociações por votos favoráveis. Não era o dia para se adoentar.

Temer decidiu "forçar a barra", mas médicos informaram que o quadro pode se agravar e ele pode voltar para o hospital nos próximos dias, caso não tenha mais cuidado. Só os medicamentos e as próximas horas vão sinalizar o quadro de saúde.

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