O Movimento em Defesa do Mercado Legal Brasileiro – que reúne as maiores empresas brasileiras prejudicadas com contrabando e pirataria – entende que a definição sobre a inclusão de sabores nos cigarros, na pauta do Supremo Tribunal Federal nesta quarta (25), deve ser tratada pelo Congresso Nacional e não pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária, que tem tomado protagonismo no assunto.

Segundo o Movimento, cabe ao Supremo a decisão ‘já que se trata de uma medida que tem enorme impacto econômico e social, podendo afetar dezenas de milhares de produtores rurais de tabaco’.

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