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Clauber Cleber Caetano/PR - 28.8.2017
o que se diz é que Meirelles ganhou R$ 200 milhões à frente da J&F, que ajudou a internacionalizar

Não é só o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva – com cinco requerimentos de convocação na gaveta – o blindado em acordão político na CPI mista da JBS-BNDES.

Em maioria na Comissão, os aliados do Palácio do Planalto vão reforçar a articulação para enterrar os quatro requerimentos de convocação do ministro da Fazenda, Henrique Meirelles.

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Ele é ex-CEO do Grupo J&F, holding dos irmãos Batista. Lula e Meirelles – que também foi presidente do Banco Central nas duas gestões do petista no Planalto – seriam os dois homens que mais poderiam colaborar com informações.

Dois requerimentos foram apresentados por deputados do PSDB, partido que tem quatro ministros no Governo. Os autores são Izalci Lucas (DF) e João Gualberto (BA).

Entre gabinetes de grandes investidores no eixo Rio-São Paulo, o que se diz é que Meirelles ganhou R$ 200 milhões à frente da J&F, que ajudou a internacionalizar.

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Aliás, Meirelles tem dois apartamentos fechados no Rio de Janeiro, para seu uso pessoal a passeio todo mês, tamanho seu carinho pela cidade, apesar do caos na segurança.

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