Com centenas de mandatários investigados na Operação Lava Jato e nas delações da JBS – e com a judicialização desses processos – os regimentos internos da Câmara e Senado ficaram ultrapassados.

As normas não têm definição clara sobre pedidos de afastamento de parlamentares, o que tem acontecido por decisões da Suprema Corte.  

Há um movimento de sérios técnicos legislativos para mudar isso. No Senado, além de regalias, foram mantidos dados de atividades do senador Aécio Neves (PSDB-MG) e do ex-líder do governo, Delcídio do Amaral, alvos de ordens de afastamento – e só nesta última quarta-feira Aécio teve o nome retirado do painel do Senado.

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