As últimas afirmações do presidente Michel Temer sobre o adiamento da votação da reforma da Previdência no plenário da Câmara – de 23 de maio para o início de junho – têm motivo: o Previdenciômetro do Palácio do Planalto, conferido diariamente pelo ministro-chefe da Casa Civil, Eliseu Padilha, aponta que o Governo ainda não tem e não terá nos próximos 15 dias os 308 votos necessários para aprovar a PEC.

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Ontem à tarde houve reunião entre ministros palacianos para avaliar o cenário, que foi interrompida pela bomba da revelação da delação de Joesley Batista.

Apesar do otimismo, a base do Governo não esconde a preocupação. “Estamos avançando, mas não consigo afirmar se passa”, diz um deputado do PSDB.

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