Execrado por trabalhadores, o relator da reforma trabalhista, Rogério Marinho (PSDB-RN), teve consolo da própria classe.

“Após a aprovação na Câmara, vários senadores me ligaram para cumprimentar. Acho que não teremos dificuldades para aprovar lá”, comenta à Coluna.

Marinho acredita que o fim do bilionário imposto sindical está por trás das manifestações da sexta-feira. Um substitutivo seu foi aprovado em plenário na votação da reforma trabalhista que passou na Câmara semana passada, e deve ser ratificado no Senado. O texto propõe que seja facultativo o desconto anual na folha de pagamento.

 “Toda a manifestação democrática é bem-vinda, acontece que o que vimos não foi isso. Não tenha dúvidas que o fato do fim da contribuição sindical, desse subsídio generoso, ter sido aprovado, causou isso". 

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