O asteroide com mais ou menos 40 metros passará a uma distância de aproximadamente 62,7 quilômetros da Terra
Reprodução/Nasa
O asteroide com mais ou menos 40 metros passará a uma distância de aproximadamente 62,7 quilômetros da Terra

Segundo a Agência Espacial Norte-Americana ( Nasa ), um asteroide gigante 'desafiará' o planeta Terra esta semana. Os cientistas afirmam que o corpo rochoso nomeado de 2018 CB irá passar a uma distância próxima ao planeta na sexta-feira (9), por volta das 20h30, no horário de Brasília.

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Felizmente, as estimativas apontam que o asteroide , com cerca de 40 metros, passará a uma distância de 62,7 quilômetros da Terra, ou seja, um quinto da distância do "planeta azul" até a Lua, o que significa que seja muito improvável que se torne uma ameaça para a humanidade.

O gerente do Centro de Estudos do Laboratório de Propulsão da Nasa, Paul Chodas, alega que, embora o CB 2018 seja considerado “pequeno”, é muito grande se comparado à rocha que adentrou a atmosfera sobre Chelyabinsk, na Rússia, há exatamente cinco anos, em 2013.

"Asteroides desse tamanho geralmente não conseguem chegar tão perto do nosso planeta, isso é raro e pode ocorrer somente uma ou duas vezes por ano”, expôs o pesquisador ao Mirror .

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Os cientistas informam que, para ver o fenômeno, não é necessário ter equipamentos específicos ou telescópios, pois tudo será transmitido a partir das 18h, no horário de Brasília, pelo projeto italiano Telescópio Virtual.

A ‘rocha arranha-céu’

Vale mencionar que, entre as previsões da Nasa, também estava o 2002 AJ129, corpo rochoso do tamanho do arranha-céu mais alto do mundo, o Burj Khalifa, de 826 metros. Segundo os estudos, ele viria em direção à Terra a uma velocidade de mais de 122 mil quilômetros por hora (km/h), no dia 4 de fevereiro , representando uma ameaça significativa, já que poderia destruir uma cidade inteira se despencasse no planeta.

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A equipe alegou que, se o asteroide  caísse no mar, causaria um tsunami com potencial de destruição em escala global. Além disso, o pó e os destroços ficariam no ar durante anos, dificultando a colheita e matando milhões de pessoas de fome em uma ‘pequena Era do Gelo’.

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