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Satélite transmite dados para previsão meteorológica e climática, estudo da química da atmosfera, controle da poluição

Desenvolvido pelo Inpe, satélite já deu 100,3 mil voltas ao redor da Terra
Divulgação
Desenvolvido pelo Inpe, satélite já deu 100,3 mil voltas ao redor da Terra
O SCD-1, o primeiro satélite brasileiro, desenvolvido pelo Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), completou, em 9 de fevereiro, 19 anos em operação, retransmitindo informações para previsão do tempo e monitoramento das bacias hidrográficas, entre outras aplicações.

O satélite já deu cerca de 100,3 mil voltas ao redor da Terra, tendo percorrido cerca de 4,5 bilhões de quilômetros, o que corresponde a 5.910 viagens de ida e volta à Lua.

O lançamento do SCD-1 pelo foguete americano Pegasus, em 1993, marcou o início da operação do Sistema de Coleta de Dados Brasileiro, agora chamado de Sistema Nacional de Dados Ambientais (Sinda).

O sistema é baseado em satélites de órbita baixa que retransmitem a um centro as informações ambientais recebidas de um grande número de plataformas de coleta de dados (PCDs) espalhadas pelo Brasil.

De acordo com o Inpe, o sistema fornece dados para instituições nacionais governamentais e do setor privado que desenvolvem aplicações e pesquisas em diferentes áreas, como previsão meteorológica e climática, estudo da química da atmosfera, controle da poluição e avaliação do potencial de energias renováveis.

O satélite capta os sinais das PCDs instaladas por todo o território nacional e os envia para a estação de recepção e processamento do Inpe em Cuiabá (MT).

Depois, os dados são transmitidos para o Inpe Nordeste – o centro regional da instituição de pesquisa, localizado em Natal (RN). Atualmente, o sistema é composto pelos satélites SCD-1 e SCD-2, este lançado em 1998.

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