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No edifício, em São Bernardo do Campo, escritórios de advocacia tinham cerca de 100 prazos por dia para cumprir

Prédio que desabou parcialmente era comercial e tinha 14 andares
AE
Prédio que desabou parcialmente era comercial e tinha 14 andares
A Ordem dos Advogados do Brasil de São Paulo (OAB-SP) pediu nesta terça-feira a suspensão de prazos para os advogados que tinham escritórios instalados no prédio Senador, em São Bernardo do Campo, na Grande São Paulo, que desabou parcialmente na noite de segunda-feira (6) . Um ofício foi enviado aos presidentes do Tribunal de Justiça do Estado, desembargador Ivan Sartori; do Tribunal Regional Federal – 3ª Região, Roberto Haddad, e do Tribunal Regional do Trabalho – 2ª Região, Nelson Nazar.

“Inúmeros advogados mantinham escritórios nesse edifício tradicional do centro de São Bernardo do Campo, sendo que estão impossibilitados de ter acesso aos seus arquivos e documentos para dar andamento aos processos que patrocinam. Assim sendo, solicitamos a suspensão de prazos nas Justiças Estadual, Federal e Trabalhista para que ninguém seja prejudicado devido a esse lamentável acidente”, explicou o presidente da OAB SP, Luiz Flávio Borges D’Urso.

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A Diretoria da instituição também vai disponibilizar na sede da Subsecção de São Bernardo do Campo vários terminais de computadores e outros serviços para que os advogados possam utilizar como escritório temporário. Alguns dos escritórios afetados pelo desabamento tinham cerca de 100 prazos/dia para cumprir.

Desabamento

Seis pessoas ficaram levemente feridas e uma criança, de aproximadamente 3 anos, morreu no desabamento parcial de 13 lajes no prédio comercial de 14 andares no centro de São Bernardo do Campo. Todo o prédio está interditado.



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