
Um drone não autorizado que sobrevoava o espaço aéreo do Rock in Rio foi apreendido pela força-tarefa montada pela Secretaria de Estado de Segurança Pública durante o segundo dia de festival.
Segundo o Governo do Estado, assim que o drone foi identificado a informação foi imediatamente repassada ao Centro Integrado de Comando e Controle Móvel (CICC-Móvel), instalado próximo ao BRT Parque Olímpico. Logo, Policiais militares localizaram o piloto, apreenderam o equipamento e conduziram ele e mais uma pessoa, identificada como a proprietária do drone, à delegacia instalada dentro do próprio evento para o registro da ocorrência.
Segundo a Polícia Militar, durante a abordagem o piloto informou que de fato não possuía autorização de voo pelo sistema de Solicitação de Acesso de Aeronaves Remotamente Pilotadas ao Espaço Aéreo Brasileiro (SARPAS), da Força Aérea Brasileira (FAB), e nem a documentação exigida para a tal operação.

Além do drone, foram apreendidos no loval um rádio controle, um cartão de memória e a caixa do equipamento.
Mais de 12 mil agentes públicos trabalham no evento
As autoridades do Rio de Janeiro
montaram uma megaoperação, que conta com mais de 12 mil agentes públicos, da Prefeitura e do Governo do estado de segurança, monitoramento, trânsito e mobilidade para o Rock in Rio 2026.
Deste total, por parte Governo do Estado, são 4.500 policiais militares, 1.740 policiais civis, 600 bombeiros, 700 agentes da Operação Lei Seca e 140 agentes do Segurança Presente.
A Polícia Militar também tem no local 16 pontos de bloqueio para controlar o acesso às áreas próximas à Cidade do Rock. O esquema conta ainda com um carro de comando equipado com drones e sistemas de reconhecimento facial e de placas de veículos.
A Polícia Civil atua com 1.740 agentes mobilizados, sendo 725 deles atuando diretamente na Cidade do Rock. Uma estrutura da 16ª DP (Barra da Tijuca) foi instalada no local, junto ao Juizado Especial do Torcedor e dos Grandes Eventos.
A unidade tem autoridade policial e agentes para realizar atendimentos e registrar ocorrências no próprio local, sem a necessidade de deslocamento de vítimas ou policiais para outra delegacia, como aconteceu na apreensão do drone.