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Alessandro Oliveira Furtado era o assassino confesso da policial civil Tatiene Damaris Sobrinho. Crime aconteceu em outubro do ano passado, na residência do casal, em Realengo

Delegada Tatiane Damaris foi morta em outubro do ano passado pelo marido Alessandro Oliveira Furtado
Carlos Moraes / Agência O Dia
Delegada Tatiane Damaris foi morta em outubro do ano passado pelo marido Alessandro Oliveira Furtado

O preso Alessandro Oliveira Furtado foi encontrado morto na manhã desta segunda-feira, na Penitenciária Bandeira Stampa, no Complexo Penitenciário de Gericinó, em Bangu. Ele era o assassino confesso da sua esposa, a delegada Tatiene Damaris Sobrinho Damasceno Furtado.

O crime aconteceu em outubro do ano passado, na residência do casal, em Realengo. De acordo com a Secretaria de Estado de Administração Penitenciária (Seap), o homem estava sozinho na cela e o corpo apresentava cortes no pescoço.

No entanto, a causa da morte de Alessandro Oliveira ainda é desconhecido. O corpo será encaminhado para o Instituto Médico Legal (IML). Segundo a Seap, uma sindicância interna será aberta para apurar o fato e o caso será encaminhado para a 34ªDP (Bangu).

Tatiene Damaris era delegada-substituta da 36ªDP (Santa Cruz) e foi morta por asfixia. Segundo investigações, Alessandro cometeu o assassinato por conta de um seguro de vida que a vítima teria feito dias antes do crime. O marido, que teria usado uma luva cirúrgica para cometer o crime, seria beneficiado com o dinheiro da apólice.

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A vítima foi encontrada caída no chão, com um travesseiro embaixo da cabeça. “Uma gambiarra foi feita na energia elétrica, mas não sabemos ainda se a vítima levou choques”, informou na época o delegado Rivaldo Barbosa, titular da Divisão de Homicídios (DH) da Capital, destacando que em momento algum o viúvo mostrou-se triste, mas assustado com tudo que estava acontecendo.

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