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O Tribunal de Contas do Estado (TCE) de São Paulo deflagrou ontem uma devassa nos contratos firmados pelas empresas investigadas na Operação Parasitas com prefeituras e órgãos públicos paulistas. Foram identificados 18 processos abertos no tribunal envolvendo licitações em que participaram as empresas suspeitas nas fraudes na área da saúde.

Nove prefeituras estão na mira dos auditores, que começam na segunda-feira as vistorias in loco.

"Identificamos que cinco das empresas têm contratos com prefeituras do interior. Decidimos então mandar equipes para as cidades onde foram firmados contratos para verificarmos a execução física dos contratos", afirmou o diretor-geral do TCE, Sérgio Rossi. Deflagrada no dia 30, após 11 meses de investigação, a Operação Parasitas levou para a cadeia cinco empresários suspeitos de faturar R$ 100 milhões com fraudes na venda de medicamentos e materiais hospitalares nos últimos dois anos.

A suposta organização criminosa seria dividia em duas células - uma com influência sobre contratos firmados com hospitais públicos da capital e da Grande São Paulo e outra atuava em prefeituras do interior de São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais e Goiás. Foram identificadas 11 empresas ligadas ao esquema. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

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