"Vou te arregaçar": professor assedia aluna via WhatsApp no Distrito Federal

Adolescente afirmou que docente costuma enviar mensagens nos números particulares dos alunos para questionar sobre as tarefas

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Professor assedia aluna via aplicativo de mensagens no Distrito Federal

Polícia Civil do Distrito Federal investiga um professor de história que leciona no Centro de Ensino Médio 804, no Recanto da Emas. Isso porque, segundo denúncia, o docente teria assediado uma aluna durante uma troca de mensagens em um aplicativo de mensagens instantâneas. 

De acordo com as imagens das conversas, a jovem de 18 anos recebeu uma série de perguntas do professor. Com o passar do tempo, o teor das mensagens passou a ter um cunho sexual.

"Posso confessar algo? Te acho uma grande mulher", afirmou o professor. Após a aluna responder o homem, ele perguntou: "Você faz 18 quando? Curiosidade". Em seguida, outra mensagem: "Tem coisas que sentimos que é melhor não falar".

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Docente enviou mensagens de cunho sexual para aluna do Distrito Federal


Segundo a estudante, o professor enviava mensagens e as apagava caso a resposta demorasse a acontecer. Em uma das investidas, o rapaz prometeu que iria 'arregaçá-la', mas apagou a mensagem em seguida. A vítima conseguiu capturar a tela no momento do envio, antes da mensagem ser excluída.

As informações são do Metrópoles.

A escola divulgou uma nota a respeito do episódio.

"Está sendo divulgado em uma rede social particular de uma estudante do CEM 804 uma notícia envolvendo um professor da escola. Esclarecemos que o fato não aconteceu no âmbito da escola e a direção tomou todas as providências cabíveis quando foi informada do ocorrido. Portanto, este fato já está sendo averiguado pelas devidas instâncias legais (Corregedoria da SEDF e Polícia Civil)".

Já a Secretaria de Educação se posicionou e afirmou que há um processo administrativo disciplinar aberto contra o professor.

"A denúncia da estudante, feita em junho passado, gerou a abertura de um processo administrativo disciplinar contra o professor. Esse processo está em curso. A Secretaria de Educação espera a conclusão das investigações para tomar as providências cabíveis".