O primeiro dia da recomendação da prefeitura para que os ônibus municipais da capital viajassem apenas com passageiros sentados, a fim de evitar aglomeração e conter a propagação da Covid-19 , foi marcado por coletivos lotados e reclamação de passageiros, que demoraram mais para embarcar.

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Situação nos transportes pode aumentar contágio da Covid-19
Rovena Rosa/Agência Brasil
Situação nos transportes pode aumentar contágio da Covid-19

No corredor da avenida Dona Belmira Marin, no Grajaú (zona sul de SP), os veículos trafegavam cheios na manhã da última segunda-feira (8), muitos com passageiros viajando nos degraus, encostados na porta, em razão da lotação. Os coletivos da linha 5362-10 (Parque Residencial Cocaia/Praça da Sé) eram os mais abarrotados.

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Já no Terminal Grajaú, também na zona sul, avisos sonoros informavam sobre a determinação de que passageiros não deveriam viajar em pé. Mesmo assim, a reportagem do jornal Agora  viu linhas de ônibus que já partiam do terminal cheias. 

Resposta da SPTrans

A SPTrans, empresa que gerencia o transporte público da capital paulista, informa que orientou as empresas concessionárias de ônibus "para que as viagens sejam realizadas sem exceder a capacidade máxima de passageiros sentados, com base no escalonamento na entrada e saída dos trabalhadores dos comércios e serviços autorizados a funcionar novamente de forma presencial".

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Segundo a empresa, as equipes de campo seguem monitorando a movimentação de passageiros e "fará os ajustes necessários para adequar a frota à demanda e garantir o transporte público à população, em especial aos trabalhadores de serviços essenciais". Desde o início da pandemia, a cidade de São Paulo é o principal foco da Covid-19 no País.

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