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Mulher do embaixador desaparecido desde segunda, Françoise Amiridis e policial são ouvidos na Delegacia de Homicídios da Baixada Fluminense

O embaixador Kyriakos Amiridis (à dir.) participou em maio de evento no Palácio do Planalto com Michel Temer
José Cruz/Agência Brasil - 25.5.2016
O embaixador Kyriakos Amiridis (à dir.) participou em maio de evento no Palácio do Planalto com Michel Temer


A Polícia Civil do Rio de Janeiro ouve nesta sexta-feira (30) Françoise Amiridis, mulher do embaixador grego que está desaparecido desde o início da semana, e o policial militar Sergio Gomes Moreira Filho. Os dois são suspeitos de envolvimento no sumiço do diplomata Kyriakos Amiridis, de 59 anos, e estão na Delegacia de Homicídios da Baixada Fluminense (DHBF), conforme um inspetor da unidade confirmou ao iG.

Segundo o policial, a perícia ainda aguarda os exames laboratoriais para confirmar se o corpo carbonizado que estava dentro do  carro encontrado embaixo de um viaduto  em Nova Iguaçu era do embaixador. Já foi confirmado pela placa do veículo que o carro é o mesmo utilizado por Kyriakos.

Segundo informações publicadas pelo jornal O Dia , a principal suspeita é de que a mulher do embaixador teria sido a mandante do crime. O jornal informou ainda que foi pedida a prisão de Françoise e do policial militar, mas a informação ainda não foi confirmada.

O inspetor da Polícia Civil ouvido pelo iG garantiu que, apesar de a dupla estar na DHBF neste momento, a dupla não está sob custódia.

De acordo com informações da  TV Globo , o policial Sergio Gomes Moreira Filho teria confessado o crime aos investigadores.

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