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Redução dos salários de governador, vice-governador e secretários estaduais entram em pauta, junto com a notificação eletrônica pela Fazenda Estadual

Em novembro, policiamento foi reforçado na Assembleia Legislativa para votação de pacote de corte de gastos
Tomaz Silva/ABr
Em novembro, policiamento foi reforçado na Assembleia Legislativa para votação de pacote de corte de gastos

Dois projetos de lei do pacote de medidas de corte de gastos do governo do Estado do Rio de Janeiro serão votados na tarde desta terça-feira (6) pela Assembleia Legislativa (Alerj). Esses serão os primeiros dos 13 projetos que serão votados até o próximo dia 15.

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A partir das 15h, os deputados votarão os textos que tratam da redução dos salários de governador, vice-governador e secretários estaduais e da notificação eletrônica pela Fazenda Estadual do Rio de Janeiro .

Antes disso, porém, serão votadas duas medidas - propostas pelos próprios parlamentares - para reduzir os custos da Alerj: o fim da frota oficial da Casa e a realização de sessão solenes dentro do horário do expediente da assembleia.

Dos 22 projetos enviados pelo governo do estado para a Alerj, para lidar com a crise econômica, nove foram retirados de pauta. As 13 medidas restantes receberam 722 emendas de deputados.

Ocupação na Alerj

Em novembro, o plenário da Alerj chegou a ser ocupado por servidores estaduais em um protesto contra as medidas de austeridade do governo, chamadas pelos manifestantes de “pacote de maldades”. A ocupação durou cerca de duas horas.

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Além dos servidores na ativa, participaram do protesto aposentados e pensionistas do Estado. Mais cedo, os manifestantes haviam feito outra tentativa de invadir o prédio, mas foram impedidos por policiais do Batalhão de Choque. Segundo a direção da Alerj, o grupo destruiu o gabinete da vice-presidência.

“Afronta ao Estado”

Após o protesto que aconteceu no início de novembro, o presidente da Alerj, Jorge Picciani (PMDB), emitiu nota à imprensa na qual considerava que a ocupação do plenário da Casa no Rio de Janeiro era um “crime e uma afronta ao Estado Democrático de Direito sem precedentes na história política brasileira e deve ser repudiado”. O deputado considerou também que a invasão foi “um caso de polícia e de justiça e não vai impedir o funcionamento do Parlamento”.

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