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Capital do Rio Grande do Sul recebeu reforço de 120 agentes da Força Nacional; Estado enfrenta onda de violência após latrocínio em Porto Alegre

Estadão Conteúdo

Agentes que chegaram neste domingo a Porto Alegre estavam no Rio, onde realizaram a segurança para a Olimpíada
Márcio Mercante / Agência O Dia
Agentes que chegaram neste domingo a Porto Alegre estavam no Rio, onde realizaram a segurança para a Olimpíada

Desembarcaram em Porto Alegre 120 agentes da Força Nacional neste domingo (28) para reforçar o policiamento no Rio Grande do Sul. O envio dos soldados foi aprovado pelo presidente em exercício, Michel Temer, depois de pedido feito pessoalmente pelo governador do Estado, José Ivo Sartori, na sexta-feira (26).

Os agentes estavam no Rio de Janeiro, onde integravam as forças de segurança para a Olimpíada. Em território gaúcho, eles trabalharão ao lado da Policia Civil e da Brigada Militar. A tropa atuará no policiamento, ficando subordinada a comandantes da Polícia Militar.

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O efetivo de 120 agentes será reforçado com o envio de 30 viaturas e de mais 20 homens durante esta semana. A Força Nacional pode ficar de 30 a 90 dias no RS. Entretanto, o convênio com o governo federal pode ser prolongado, conforme necessidade.

Primeiramente, a Força Nacional seria responsável pelo patrulhamento de penitenciárias, liberando os policiais militares para o trabalho na rua. Posteriormente, o governo gaúcho recuou. Agora, a força tarefa que toma conta de alguns presídios – e que emprega brigadianos – permanecerá inalterada.

O pedido de auxílio foi realizado após o latrocínio que culminou com a morte de Cristine Fagundes, de 44 anos, enquanto esperava o filho em frente à escola, na zona norte de Porto Alegre, na última quinta-feira (25).

Governador do Rio Grande do Sul, Ivo Sartori, após sair de reunião com o presidente em exercício, Michel Temer
Elza Fiuza/Agência Brasil - 26.8.16
Governador do Rio Grande do Sul, Ivo Sartori, após sair de reunião com o presidente em exercício, Michel Temer