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Cerca de 800 funcionários cruzaram os braços; categoria exige reajuste salarial de 42% e cobra ainda 66 outras reivindicações

Sindicato alega que atividades esportivas e de lazer serão prejudicadas por greve
Reprodução/Google Maps
Sindicato alega que atividades esportivas e de lazer serão prejudicadas por greve

A greve na Fundação Casa, iniciada neste sábado (7) atingiu neste domingo (8) todas as 150 unidades no Estado de São Paulo. Cerca de 800 funcionários cruzaram os braços. A principal reivindicação da categoria é um reajuste de 42% nos salários, considerando as perdas de anos anteriores mais a inflação. Eles, no entanto, aceitam um reajuste imediato de 11,3%.

Por determinação do Tribunal Regional do Trabalho (TRT), a maioria dos funcionários, em torno de 70%, está trabalhando nos serviços essenciais, como alimentação e atendimento médico aos adolescentes.

Mas o diretor do sindicato que representa a categoria – Sindicato dos Trabalhadores em Entidades de Assistência e Educação à Criança, ao Adolescente e à Família do Estado de São Paulo (Sitraemfa) –, Aldo Damião Antônio, avisou que a partir desta segunda-feira (9) as atividades de educação e lazer ficarão prejudicadas. O objetivo é pressionar o governo a negociar a pauta de 67 reivindicações dos funcionários.

As visitas neste fim de semana não foram afetadas pela greve que segundo o sindicalista, é por tempo indeterminado.